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EntreVista 2 - Fotografia nas histórias

     Eles vivenciaram profundamente o mundo da fotografia jornalística e suas últimas transformações.
      Na fotografia, eles fizeram história, e com suas fotografias, eles contaram histórias para o mundo.
     Através de um bate-papo descontraído, conhecer os meandros do fotojornalismo e dos trabalhos desses três grandes fotógrafos que são referências para os amantes da fotografia, é o objetivo dessa Entre Vista.

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CARLINHOS foi fotojornalista, iniciei minha carreira profissional em 1969, com experiência profissional em diversos órgãos de imprensa gaúcha e nacional.

 

Trabalhei e colaborei para diversos jornais e revistas. Entre eles: Folha da Manhã, O Estado de São Paulo,  jornal O Globo, Jornal do Brasil, Revista Veja, Cláudia, Isto É, e Placar.

 

Fui subeditor de fotografias e coordenador da Editoria de fotografias de Zero Hora de Porto Alegre.

 

Atualmente trabalho como artista visual.

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Julio Cordeiro, nascido em Porto Alegre, formado em Comunicação Social, fotografa desde 1989. Atuou em revistas e jornais do Rio Grande do Sul.

Em 1995 ingressou no jornal Zero Hora de Porto Alegre onde trabalhou como Repórter Fotográfico e Editor de Fotografia até 2019. Paralelamente ministrou disciplinas de fotojornalismo durante 12 anos na Pontifícia Universidade Católica do RS. Ganhou mais de 20 prêmios de Fotojornalismo .

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Luiz Fernando da Silva Gomes 07/09/1957
Fernando Gomes
Comecei a vida profissional em 1973, trabalhando na Símbolo Propaganda,  agência de publicidade.
Depois de servir a pátria em 1977,  retorneira para a gência como laboratorista fotográfico.
Em 1978, fui trabalhar na Coojornal, cooperativa dos jornalistas de Porto Alegre, onde trabalhava como laboratorista e repórter fotográfico free-lancer.
Em 1979, comecei a trabalhar como repórter fotográfico na Zero Hora, ficando até 1983.
De 1983 a 1987 trabalhei no Jornal O Globo- RJ
Depois de me desligar do Jornal O Globo em 1987 retornei para Porto Alegre voltando a atuar em  Zero Hora,  onde me deliguei em 2020. 
Coberturas fotográficas:
Papa João Paulo II- Porto Alegre
João Paulo II- Santa Catarina
Copas do Mundo de Futebol- Itália 1990- França 1998- Brasil 2014
Fórmula 1 
Libertadores
Campeonato Brasileiro
Copa Davis Tênis
Mundial de motociclismo
Coberturas presidenciais de João Figueiredo até Jair Bolsonaro
Prêmios
Nikon Photo Contest ( Medalha de Ouro, Prata  Bronze e menção honrosa)
Prêmios da  Ari ( Assossiação Riograndense de Imprensa)
Prêmio Nacional Armênio Abascal- Arfoc MG
Prêmio Avistar

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Ricardo Chaves, o Kadão, nasceu em Porto Alegre, em 21 de julho de 1951. Aluno do Curso de Máquinas e Motores, da Escola Técnica Parobé, o interesse por carros de corrida levou o jovem para a fotografia de automobilismo. Começou sua trajetória profissional em 1969, no jornal Zero Hora. Saiu de ZH para trabalhar com Assis Hoffmann na Agência Focontexto. Em 1972, foi contratado como fotógrafo da sucursal do Jornal do Brasil. Dois anos depois, passou a ser freelancer para as revistas Veja, Placar e Quatro Rodas, entre outras, da Editora Abril. Na sequência, foi efetivado como fotógrafo da Veja na sucursal de Porto Alegre. Em 1981, convidado, transferiu-se para a sucursal da revista no Rio. Saiu da Veja em 1984, indo para a revista Isto É, em São Paulo, na qual assumiu, primeiro, como editor adjunto e depois como editor de fotografia. Em meados de 1988, recebeu convite da Agência Estado para trabalhar na sucursal de Brasília. Voltou para São Paulo em 1991, também como editor de fotos da AE. Em 1992, retornou para Porto Alegre para assumir o cargo de editor de fotografia do jornal Zero Hora. 

Kadão participou de algumas mostras de fotografia no Brasil e no Exterior. Fez ainda seis exposições individuais: Uruguai, imagens de uma história recente (1980), Sonhos ao Sol (1987), F-1 – Vida de Cigano (1992), Além da Utopia (1994) e Vietnam – Tempo de Viver (1998) e A Força do Tempo, em  2014. No ano de 1998, foi um dos fotógrafos convidados da II Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba, onde expôs três trabalhos na coletiva Mostra Brasil. Em março de 1999, participou, em Porto Alegre, da exposição Os Gaúchos na Bienal de Curitiba II. No mesmo ano, foi um dos autores escolhidos para a 9ª Edição da Coleção Masp/Pirelli, participando da coletiva, do catálogo e tendo seus trabalhos incluídos no acervo do Masp. Em junho de 2005, convidado pela embaixada do Brasil Suriname, realizou a exposição Retratos do Brasil e ministrou workshop em Paramaribo. Sob os auspícios do grupo espanhol Innovation Media Consulting, realizou trabalhos de consultoria na área de fotografia em jornais do Brasil, América Latina e Portugal. Também participou como jurado, desde 2010, das últimas edições do Prêmio Conrado Wessel, de Fotografia, em São Paulo. Em 2013, Kadão Chaves foi o fotógrafo homenageado da 7ª edição do FestFoto POA e apresentou uma retrospectiva de sua trajetória profissional na exposição A Força do Tempo, no Museu de Arte Contemporânea, em Porto Alegre. Com esse mesmo nome, em 2016, lançou seu livro autobiográfico, que no ano seguinte, 2017, recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura.  De 2010 a 2014, escreveu a coluna Reflexo, publicada no caderno Cultura, do jornal Zero Hora. Atualmente, edita no mesmo jornal a página diária de memória Almanaque Gaúcho.